quinta-feira, 26 de junho de 2008

MAGIA EM BAURU

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QUEM ÉS TU QUE JULGAS?


Por Rodrigo Queiroz
Ditado por Sr. Caboclo 7 Pedreiras
Hábito comum entre os semelhantes encarnados, o ato de julgar e condenar sem procedência e averiguação de fatos é uma prática rotineira que favorece a quedas constantes dos mesmos em seus tormentos pessoais criando desta maneira um calabouço escuro e tenebroso nos recônditos assombrados das Trevas internas que cada indivíduo traz em si.
Muito alarde é feito por motivos que ao avaliar criticamente não deveriam ter importância na formação do indivíduo realmente compromissado com sua ascensão consciencial, moral e espiritual.
O mais agravante sobretudo nas relações interpessoais é o fato dos julgamentos surgirem em meio a maledicência, calúnia ou covardia e o julgo parte como interação com a acusação, logo o réu nada mais é aquele que “protagoniza” o ferimento do Ego, orgulho e vaidade do julgador-acusador. Este desenvolve naturalmente um comportamento insensato, certo de que está certo e justifica muitas vezes com “bons” argumentos, mas sabemos que em verdade acontece uma cruzada sangrenta para honrar o orgulho ferido, o Ego revelado, a vaidade tocada. Um Ego ferido é pior que um leão acuado. Caso contrário, quem nada teme sabe que o silêncio, o tempo e obra de vida podem falar por si só.
Pensemos se assim fosse no plano espiritual, fatalmente o caos seria o óbvio. Preocupa-nos o fato de indivíduos supostamente envolvidos com movimentos religiosos, nada colocarem em prática no que tange os ensinamentos edificadores presentes em qualquer grupo religioso e dessa forma, vazio por nada absorver como procedente na prática religiosa dá vazão para o instinto devastador e emoções desequilibradas assolar a alma entorpecendo desta forma a razão que passo seguinte mina o coração aniquilando o intercâmbio com as forças luminosas do astral bem como as relações interpessoais em seu plano habitado.
Comportamentos impensados na maioria das vezes manifesta-se como se tivesse sido profundamente pensados. Não podem ser considerado comportamentos crivados no princípio do respeito humano e da razão equilibrada o fato de ações desrespeitarem o meio bem como a si próprio. Quando uma ação ou o verbo é desferido de forma a impactar uma agressão, este agressor já saiu do degrau de dono da razão supostamente lhe atribuída. Revela-se assim qual parte é a detentora do equilíbrio.
Semelhantes humanos de digladiam como feras bestiais usando a mais letal ferramenta: o Verbo. Cuidado! Quem com o verbo fere, amaldiçoa, despreza, julga e condena. Nele, o Verbo, terá o seu algoz.
Ei você. É contigo que falo, caso ao ler tudo acima julga-se livre do que aqui expomos e já está em sua mente uma ou mais figuras humanas que deveriam ler ou receber esta mensagem, errou mais uma vez. É pra você que falo. Então responda pra ti mesmo:
Quem és tu que julgas?
Recebido dia 26/06/08 – 01hs04

segunda-feira, 23 de junho de 2008

AQUILO QUE SOMOS E AQUILO QUE FAZEMOS


Um diálogo entre Consciência e Coração

- Filho, você tem que seguir seu destino!
- Mas que destino é esse meu Senhor?
- Seu destino é lutar por um bem maior, beneficiar milhares de pessoas e fazer a Luz Divina brilhar intensamente por muito tempo na vida daqueles que for beneficiado pelo seu destino.
- Mas meu Senhor, isso não cabe aos iluminados?
- E o que é o Iluminado sem antes não buscar incessantemente á Luz e a ela servir? De que vale viver e não existir, não ter sido instrumento para a melhoria do meio?
- Não entendo!
- Certo, talvez seja mesmo difícil entender aquilo que se mostra tão claro aos olhos. Isso ocorre quando o medo toma conta da mente e assusta o coração. Entenda simplesmente que deverá cumprir com seu destino.
- Mas cumprir como com algo que desconheço?
- Conheça a si mesmo e entenderá o que digo.
- Mas assim continua confuso.
- Destino é aquilo que se espera, é certo que não existe um livro já escrito e somos apenas coadjuvantes de uma historinha, a próxima página é um mistério, apenas sabe-se que será continuação da página anterior. Então, o que está sendo escrito?
- Mas o que dizer quando é escrito linhas de luta, determinação e acima de tudo a busca de um bem maior para muitos e neste sentido percebemos apenas na página seguinte uma conseqüência desastrosa?
- Mas é o fim?
- Não sei!
- Se não sabe então saiba que não é o fim da linha, pois caso contrário seria óbvio o fim.
- E as conseqüências?
- Mas e o aprendizado?
- Sim, sim...aprendizado, mas... e se não resta mais oportunidade!?!
- Será? Vasculhe melhor.
- Não é possível que isso seja tudo.
- Não, não é. Tudo é a não desistência, é o cumprimento do dever sem temor.
- Mas eu temo. Não sou sozinho, existem vidas e estruturas envolvidas.
- Ótimo, isso impulsiona melhor.
- Impulso?
- Sim impulso.
- Pra onde?
- Para o destino.
- Ainda isso...destino...
- Isso é o mais certo, seja o que lhe foi determinado. Seja aquilo que precisamos. Precisamos de um braço forte, de um instrumento, de uma fonte realizadora que promova inovações e benefícios.
- Mas quando isso ocorre e o ônus recai apenas sobre este braço?
- Sinal que é mais forte do que se mostra. Acredite.
- Como acreditar quando a mente já não se tranqüiliza?
- Mente fervente é mente saudável. Mantenha-a sã.
- Certo, e qual o objetivo?
- Já foi dito. Realize e acredite. Nunca se falou em facilidades, jamais será fácil cumprir com metas, objetivos e realizar ideais. Haverá sempre obstáculos, muralhas e montanhas a ser superadas. Acreditar e trabalhar com afinco fará com que os resultados apareçam. Frente ao maior obstáculo imaginado, olhe para trás e observe que na construção de uma história, de uma trajetória vê-se sempre o resultado de superação. Contam-se histórias apenas aqueles que sobreviveram ás batalhas. Quem não supera, não tem o que escrever e quem não têm o que escrever não tampouco terá o que contar e muito menos com o que aprender. Não existe sucesso sem construção, sem dedicação, sem sangue. Orgulhe-se apenas daquilo que superou, do aprendizado perante o erro e não se ofusque com a luz dos resultados que não deve brilhar em ti mas tão somente iluminar aos outros, ao meio, aos beneficiários e você...bem...você não é iluminado pela própria luz, aceite que deverá reconhecer a luz de outra fonte, assim jamais esquecerá que ninguém é auto-suficiente e sempre precisaremos saber que é preciso baixar a cabeça e reconhecer que hora somos doadores e noutra somos beneficiados, esta é a Lei, este o ciclo, este é o Giro da existência. Então exista e seja lembrado e por quando for lembrado, lembrado pelos seus e por aqueles dos seus e por quando ainda falarem de ti e da sua luta, a glória então perdurará.
Agora vá, assuma seu posto neste campo de batalha da vida e lute como se fosse a última batalha!

Escrito dia 23/06 – 00h00

Obs: Muitas vezes nos encontramos em verdadeiras encruzilhadas da vida, neste caso o que precisamos é definir o caminho. Nos conflitos existênciais sempre somos acometidos por pensamentos destrutivos e buscar o brilho interno, uma força ainda desconhecida é talvez uma tarefa dolorosa, porém necessária. Quem está na sua "pele" é só você. Por isso te cabe definir qual lado da encruzilhada tu caminhará sem esquecer que um lado é luz e outro é trevas. Não adianta fazer uni-duni-tê ou tirar no palitinho, porque a resposta está dentro de você. Acredite, está mesmo...não tema, confie, boa sorte!

Texto auto-afirmativo.

Por Rodrigo Queiroz